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Mulher é detida após ameaçar clientes e policiais em pizzaria de Arapiraca

Por Anderson Braga

Uma mulher foi detida pela Polícia Militar na noite desta quinta-feira (3), após, segundo relatos apresentados à guarnição, quebrar objetos, ameaçar clientes e funcionários de uma pizzaria e portar uma navalha no bairro Primavera, em Arapiraca, Agreste de Alagoas.

De acordo com o registro policial, a guarnição motorizada do Canil, pertencente ao 3º Batalhão de Polícia Militar (3º BPM), foi acionada via Copom por volta das 18h55 para averiguar uma pessoa em atitude suspeita na Pizzaria Sabores, localizada na Segunda Praça das Caimbas, no bairro Cacimbas.

Quando os policiais chegaram ao estabelecimento, a mulher já estava na área externa, na presença dos solicitantes. Eles relataram que ela havia causado danos dentro da pizzaria e feito ameaças enquanto portava uma navalha.

Durante a abordagem, segundo a PM, a mulher se recusou a cumprir as determinações dos policiais e impediu a realização da busca pessoal. Ainda conforme o relato policial, ela teria ofendido uma policial militar, utilizando termos como “fuleira” e “fraca”.

A mulher também teria informado aos policiais que havia feito uso de drogas e ingerido bebida alcoólica. Na sequência, ainda segundo a ocorrência, passou a ameaçar os militares, afirmando que iria atrás deles e que mataria a família de uma das policiais.

Diante da resistência e das ameaças, os policiais utilizaram técnicas de contenção e imobilização e posteriormente algemaram a mulher. Durante o procedimento, ela informou que estaria gestante.

Por causa da informação, a equipe a encaminhou à UPA Noel Macedo, onde ela recebeu atendimento médico. Após a avaliação, a mulher foi conduzida à Central de Polícia Civil, juntamente com as demais partes envolvidas, para os procedimentos legais.

Na unidade policial, foram registrados o Boletim de Ocorrência, o Auto de Prisão em Flagrante e o Auto de Exibição e Apreensão. Um objeto foi apreendido e registrado no procedimento policial.

Segundo a PM, as condutas atribuídas à mulher foram apresentadas à autoridade policial e, em tese, podem se enquadrar nos crimes de resistência, desobediência e desacato. A definição das responsabilidades cabe às autoridades competentes, conforme o andamento do procedimento.

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