Por Anderson Braga
Uma discussão entre duas mulheres terminou em agressões físicas na manhã deste domingo (13), em um bar localizado na Rua 16 de Setembro, no Centro de Arapiraca, no Agreste de Alagoas. A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar às 9h51.
Segundo informações do 3º Batalhão de Polícia Militar (3º BPM), uma guarnição da Rádio Patrulha 01 foi acionada pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) para averiguar uma denúncia de possível vias de fato no estabelecimento, conhecido como Bar Azul, nas proximidades do Lava-Jato do Marquinhos.
No local, os policiais encontraram as duas envolvidas e ouviram os relatos. Ambas confirmaram que houve agressões físicas recíprocas, com troca de tapas. Por esse motivo, as duas foram identificadas no registro como autoras e vítimas.
Uma das mulheres, identificada pelas iniciais E. A. S., que solicitou a presença da polícia, relatou que o desentendimento teria ocorrido entre 6h e 7h. Segundo ela, trabalha como garota de programa e estava no estabelecimento quando iniciou uma discussão com a proprietária do bar, J. M. M., que teria evoluído para as agressões.
E. A. S. negou que o conflito tivesse relação com um suposto furto de R$ 200. Conforme sua versão, a discussão teria ocorrido em razão de um possível surto relacionado ao uso de drogas.
Já J. M. M., proprietária do estabelecimento, apresentou outra versão. Ela afirmou que E. A. S. realiza programas no bar e teria subtraído, supostamente, R$ 200 de um cliente. Ainda segundo o relato da proprietária, ela teria recuperado o dinheiro e devolvido a quantia ao cliente, que já havia deixado o local.
Depois disso, J. M. M. disse ter pedido que E. A. S. deixasse o estabelecimento. Nesse momento, conforme seu relato, as duas iniciaram uma discussão que terminou em agressões físicas recíprocas.
Diante da confirmação da troca de agressões, a Polícia Militar confeccionou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) com base no artigo 21 do Decreto-Lei nº 3.688/1941, que trata da contravenção penal de vias de fato.
As duas mulheres foram orientadas sobre seus direitos e obrigações e informadas de que deverão comparecer à Justiça caso sejam regularmente intimadas. Ambas assumiram o compromisso de comparecer em juízo e foram liberadas no próprio local.




