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Influenciador pode fazer campanha eleitoral? Lei impõe limites, e fiscalização é desafio para o TSE

Criadores de conteúdo não podem ser contratados nem pagos para fazer propaganda de candidatos. Especialistas afirmam que é difícil diferenciar manifestações de caráter pessoal e 'publis'.

Por G1

Influenciadores digitais viraram peça central do marketing nas redes sociais, mas a atuação deles em campanhas eleitorais tem limites definidos pela lei.

➡️ Pela legislação eleitoral, criadores de conteúdo não podem ser contratados nem pagos para fazer propaganda de candidatos. “Publis” pedindo votos também são proibidos.

➡️ Eles podem manifestar apoio ou crítica em suas redes, mas apenas como eleitores e cidadãos, de forma espontânea, sem contrato ou vínculo com partidos e campanhas.

➡️ Mesmo quando o criador se manifesta em caráter pessoal, o conteúdo não pode ser impulsionado nem monetizado.

➡️ A lei afirma que apenas candidatos, partidos e coligações podem fazer impulsionamento de propaganda eleitoral, usando páginas, perfis e canais oficiais.

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